Com o intuito de analisar a capacidade de socialização das bactérias, pesquisadores da Universidade de Tel Aviv desenvolveram um "score Social-IQ" para esses seres e descobriram que eles são mais inteligentes do que se supunha anteriormente.
A pesquisa mostra que as bactérias trabalham em conjunto para comunicar-se e crescer. Essas descobertas são interessantes para nós humanos porque é possível aplicar essa capacidade social das bactérias na agricultura e medicina.
Na medicina essas informações valiosas poderão ser utilizadas na produção de antibióticos mais eficientes, capazes de combater as bactérias responsáveis por infecções graves, como no caso das infecções hospitalares, apontadas pelos pesquisadores como a terceira maior fonte causadora de morte em instituições de saúde. Já na agricultura, as descobertas podem ser aplicadas no combate a fungos e bactérias nocivas às plantações.
Segundo Eshel Ben-Jacob, coordenador da equipe de pesquisa, é preciso perceber a inteligência social desses seres para explorar melhor as suas capacidades e ser mais esperto que as bactérias patogênicas.
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