Bem estar psicológico está associado também à qualidade da vida sexual. Um estudo norueguês mostra quais são as principais dificuldades na esfera da sexualidade. E como isso interfere no humor das pessoas
Como anda a vida sexual das mulheres e dos homens noruegueses?. Um estudo recente tem algumas respostas que podem interessar as mulheres brasileiras e aos seus parceiros, obviamente. Então vamos aos principais resultados da pesquisa iniciada em 2008, que se baseou em duas amostras: uma obtida por meio de entrevista, pela web, com mais de 1600 participantes e outra, com uma amostra obtida ao acaso de mulheres com idade entre 18 e 59 anos. Eles avaliaram os problemas sexuais relativos aos 12 meses passados.
A maior freqüência de problemas por ordem decrescente foi obsevada nos seguintes grupos: 52% de casos de diminuição do desejo, em mulheres, entre 60 e 67 anos, que tinham formação universitária, seguida pela falta de orgasmo em mulheres, com idades entre 18 e 29 anos, que não chegaram ao curso superior. Aí, surgem neste ranking os primeiros problemas masculinos: a disfunção erétil, em homens, entre 60 e 67 anos de idade, com 34% e a ejaculção prematura, em homens com ensino superior, com 27% de casos. Para completar esta lista de problemas sexuais masculinos: houve 12% de queixas de ejaculação retardada, em homens sem grau universitário.
Um dado mais do que esperado é que para todos os tipos de queixas sexuais houve uma associação com o prejuízo do bem estar psicológico. Embora seja possível ter vida saudável e feliz sem sexo, com sexo, fica tudo mais fácil. E neste caso não precisa ser norueguês para mostrar o óbvio.
Nenhum comentário:
Postar um comentário