Exame dispensa anestesia ou cortes para identificar tumor
Uma nova tecnologia para diagnóstico precoce do câncer de lábios e de pele está em teste na Clínica de Dermatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. O exame é feito com um microscópio especial, semelhante a um aparelho de ultrassom, sem a necessidade de cortes ou de anestesia.
Em contato com a mucosa oral ou com a pele, o aparelho emite um laser de baixa frequência, que escaneia a área suspeita sem lesar o tecido. As imagens são ampliadas no computador, permitindo a análise detalhada das alterações celulares.
Único na América do Sul, o equipamento faz parte de um projeto de pesquisa da Faculdade de Odontologia da USP e foi comprado com a ajuda de um financiamento da Fapes (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).
A coordenadora da pesquisa, Silvia Lourenço, explica que, por enquanto, a tecnologia não vai substituir a biópsia.
Em contato com a mucosa oral ou com a pele, o aparelho emite um laser de baixa frequência, que escaneia a área suspeita sem lesar o tecido. As imagens são ampliadas no computador, permitindo a análise detalhada das alterações celulares.
Único na América do Sul, o equipamento faz parte de um projeto de pesquisa da Faculdade de Odontologia da USP e foi comprado com a ajuda de um financiamento da Fapes (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).
A coordenadora da pesquisa, Silvia Lourenço, explica que, por enquanto, a tecnologia não vai substituir a biópsia.
– A grande vantagem do equipamento é que ele permite examinar várias áreas suspeitas sem cortes ou anestesia. O exame é indolor.
Além disso, quando confirmada a existência do câncer, o equipamento poderá ser útil no processo de retirada do tecido afetado.
Mas, antes de ser incluído na rotina de atendimento do hospital, o microscópio será testado em 50 pacientes com suspeita de câncer labial em tratamento na Clínica de Dermatologia. A fase de pesquisa tem duração prevista de dois ano, explica Silvia.
Mas, antes de ser incluído na rotina de atendimento do hospital, o microscópio será testado em 50 pacientes com suspeita de câncer labial em tratamento na Clínica de Dermatologia. A fase de pesquisa tem duração prevista de dois ano, explica Silvia.
No futuro, pode ser que essa tecnologia substitua a biópsia. Mas primeiro é preciso avaliar sua eficácia.
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