Governo diz que há tendência de queda no uso de preservativo entre os jovens
Só quatro em cada dez brasileiros usam preservativos e metade não sabe se é ou não portador do vírus HIV. Os dados publicados nesta terça-feira (23) pelo Unaids (Programa das Nações Unidas para HIV/Aids) mostram que, se o Brasil é considerado um exemplo no combate à doença, há problemas na estratégia da prevenção.
A taxa de uso do preservativo (forma mais eficiente de prevenção à doença) é de 43%, inferior à de países africanos, europeus e latino-americanos. O governo lembra que entre 15 a 19 anos a taxa é de 76%, mas cai para um a cada três homens entre 25 e 49 anos. Hoje, o país destina menos de 10% de seu orçamento destinado à luta contra a Aids para a prevenção. O resto vai para a compra de remédios.
O coordenador da unidade de prevenção do departamento de DST Aids do Brasil, Ivo Brito, afirma que não é possível comparar dados nacionais do uso de preservativo com indicadores de países onde a Aids é uma doença generalizada. Ele admite, no entanto, a queda do uso de camisinhas no país entre jovens.
A taxa de uso do preservativo (forma mais eficiente de prevenção à doença) é de 43%, inferior à de países africanos, europeus e latino-americanos. O governo lembra que entre 15 a 19 anos a taxa é de 76%, mas cai para um a cada três homens entre 25 e 49 anos. Hoje, o país destina menos de 10% de seu orçamento destinado à luta contra a Aids para a prevenção. O resto vai para a compra de remédios.
O coordenador da unidade de prevenção do departamento de DST Aids do Brasil, Ivo Brito, afirma que não é possível comparar dados nacionais do uso de preservativo com indicadores de países onde a Aids é uma doença generalizada. Ele admite, no entanto, a queda do uso de camisinhas no país entre jovens.
– Desde que tendência foi identificada, há dois anos, reforçamos políticas de prevenção, ampliando a oferta.

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