quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Obesidade e estresse são efeitos colaterais nas mulheres modernas

As mulheres participam ativamente, já há décadas, do mercado de trabalho, mas a maior inserção social tem significado dificuldades crescentes para manter o equilíbrio emocional e a forma física.
Alguns dos distúrbios emocionais típicos dos homens, historicamente associados ao trabalho, estão se tornando mais freqüentes entre as mulheres. Elas já são as vítimas mais frequentes do estresse, da depressão e da ansiedade. Hoje, no Brasil, 70% dos consumidores de tranqüilizantes e antidepressivos pertencem ao sexo feminino. Mulheres estressadas, deprimidas e ansiosas tendem a comer mais. Conseqüentemente, também formam a maioria entre os obesos, o que aumenta a depressão.
Na contramão desse processo, descobertas médicas têm ajudado as mulheres na busca pela qualidade de vida. Hoje já há tratamento eficiente para a tensão pré-menstrual (TPM), que transforma uma semana por mês em uma versão do inferno para a maioria da população feminina. Um leque de antidepressivos e ansiolíticos de última geração permite o tratamento dos desequilíbrios emocionais em curto espaço de tempo, com baixo risco. Os medicamentos, claro, só podem ser ingeridos após avaliação e prescrição médica.
Os especialistas em psicologia feminina alertam: solidão faz mal. Ter amigos é um bom remédio contra a infelicidade e um ótimo meio para aliviar as tensões do dia- a-dia em animadas conversas e encontros. Colocar o corpo em movimento também produz mais substâncias que induzem o bem estar e, finalmente, a receita do antídoto da estressada: relaxar, pois não há mesmo como ser perfeita em tudo.


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