Educar o corpo é a via de aprendizado de outro modo de se mover no mundo com ganhos e saúde
Descompensações, dores, tensões, cansaço, limitações, doenças. Para se chegar a esse ponto de mazelas físicas, a desconexão corpo, mente e emoções foi se sucedendo de tal modo que estes sinais, aparentemente tão concretos, se tornassem verdadeiros gritos de alerta para se retomar o caminho de volta à integração e unidade com este corpo. Um dos campos disciplinares que une vários métodos distintos, porém confluentes para um mesmo objetivo, é a Educação Somática. Essa via pedagógica e de conscientização promete transformar o que o criador da Bioenergética, Alexander Lowen, observou na oportuna metáfora de "corpo traído".
A abrangência dos estudos do corpo, também sinalizada pela Educação Somática, levou a estudiosa Débora Bolsanello a organizar a obra " Em Pleno Corpo- Educação Somática, Movimento e Saúde" (Editora Juruá). O lançamento do livro acontece dia 30,às 19h30, em Fortaleza (Livraria Cultura), ocasião em que a autora, ao lado da bailarina e professora de Pilates, Marise Pestana (que colaborou com um artigo para este livro), aproveitarão para um bate-papo com os presentes.
Reeducação
O corpo pode ser reeducado em aulas específicas, explica Débora que é antropóloga, pós-graduada em Educação Somática e mestre em Dança, pela Universidade de Québec (Canadá). Esta abordagem pode ser ministrada tanto em grupo como aplicada no formato individual, em blocos de, no mínimo, oito aulas.
"Cada pessoa coloca, no começo da aula, o que gostaria de trabalhar: uma dor, uma tensão, ansiedade, postura, etc. Com a bagagem que tenho, seleciono uma série de exercícios para 90 minutos de aula. Cada aula é diferente e se estrutura através da demanda das pessoas naquele momento". Segundo reforça Débora Bolsanello, não existe protocolo em sua metodologia, e sim seu contato com os alunos naquele momento que conduz o ritmo do aprendizado, com o conteúdo brotando dessa relação, sem improvisação, porém elegendo os exercícios e sua sequência durante o processo.
Atletas, bailarinos e todos os profissionais que direta ou indiretamente trabalham com o corpo sabem o que significa o movimento e o quanto é difícil estar impedido ou com algum tipo de limitação para executá-lo. Foi exatamente essa restrição, após várias lesões e "traições " (normalmente expressas em super-exigência de desempenho desse corpo) que levou a bailarina Silvia Soter a se dedicar ao estudo e aplicação da Educação Somática.
Descompensações, dores, tensões, cansaço, limitações, doenças. Para se chegar a esse ponto de mazelas físicas, a desconexão corpo, mente e emoções foi se sucedendo de tal modo que estes sinais, aparentemente tão concretos, se tornassem verdadeiros gritos de alerta para se retomar o caminho de volta à integração e unidade com este corpo. Um dos campos disciplinares que une vários métodos distintos, porém confluentes para um mesmo objetivo, é a Educação Somática. Essa via pedagógica e de conscientização promete transformar o que o criador da Bioenergética, Alexander Lowen, observou na oportuna metáfora de "corpo traído".
A abrangência dos estudos do corpo, também sinalizada pela Educação Somática, levou a estudiosa Débora Bolsanello a organizar a obra " Em Pleno Corpo- Educação Somática, Movimento e Saúde" (Editora Juruá). O lançamento do livro acontece dia 30,às 19h30, em Fortaleza (Livraria Cultura), ocasião em que a autora, ao lado da bailarina e professora de Pilates, Marise Pestana (que colaborou com um artigo para este livro), aproveitarão para um bate-papo com os presentes.
Reeducação
O corpo pode ser reeducado em aulas específicas, explica Débora que é antropóloga, pós-graduada em Educação Somática e mestre em Dança, pela Universidade de Québec (Canadá). Esta abordagem pode ser ministrada tanto em grupo como aplicada no formato individual, em blocos de, no mínimo, oito aulas.
"Cada pessoa coloca, no começo da aula, o que gostaria de trabalhar: uma dor, uma tensão, ansiedade, postura, etc. Com a bagagem que tenho, seleciono uma série de exercícios para 90 minutos de aula. Cada aula é diferente e se estrutura através da demanda das pessoas naquele momento". Segundo reforça Débora Bolsanello, não existe protocolo em sua metodologia, e sim seu contato com os alunos naquele momento que conduz o ritmo do aprendizado, com o conteúdo brotando dessa relação, sem improvisação, porém elegendo os exercícios e sua sequência durante o processo.
Atletas, bailarinos e todos os profissionais que direta ou indiretamente trabalham com o corpo sabem o que significa o movimento e o quanto é difícil estar impedido ou com algum tipo de limitação para executá-lo. Foi exatamente essa restrição, após várias lesões e "traições " (normalmente expressas em super-exigência de desempenho desse corpo) que levou a bailarina Silvia Soter a se dedicar ao estudo e aplicação da Educação Somática.
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