Você está andando na rua e passa aquele gato lindo de morrer. No momento seguinte você se vê num sentimento entre a surpresa e o encantamento. De acordo com cientistas da Universidade de Syracuse, isso pode mesmo ser amor e acontece em menos de um segundo.
A explicação para esse fenômeno romântico estaria no cérebro e não no coração, como costumeiramente se imagina. Ortigue explica que no momento em que nos apaixonamos acontece uma revolução química no cérebro da pessoa, em 12 áreas diferentes dele e numa velocidade menor que a de um piscar de olhos. Ou seja, programas como o “speed dating” podem mesmo ter uma razão de ser…
É claro que tudo isso está se referindo a uma primeira impressão e não quer dizer que todo sentimento afetivo por outra pessoa aconteca dessa forma, afinal de contas relacionamentos à distância, como o de quem se conhece pela internet não leva em conta esse contato visual todo.
Ainda assim, o estudo mostra um outro dado, bem desagradável para os que estão de coração partido por alguma razão: bem diferente da velocidade com que a paixão se anuncia é a velocidade com a qual ela desaparece…
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